Reflexão 📖
17 de janeiro
Título – Corrupção
Texto – Gênesis 6.1-8. A Noé, porém, o Senhor mostrou benevolência (Gn 6.8).
Um dia desses, conversando com colegas de trabalho sobre assuntos do dia a dia, um deles destacou como o Brasil está envolvido em corrupção. De imediato, o debate foi para a corrupção política e financeira praticada por pessoas que estão nas várias esferas de poder e influência do nosso país. O interessante é que sempre nos vêm à mente somente essas pessoas, comentou um colega. Já outro disse: “Que nada! Neste país existe todo tipo de corrupção e muitos estão envolvidos nela. Por exemplo, quando se fura a fila, falsifica carteirinha de estudante, furta TV a cabo, tenta subornar o guarda para evitar a multa, não se declara o imposto de renda, etc. também se está praticando corrupção”. Realmente, parece que muitos não veem essas atitudes como atos de corrupção. Fica mais por conta da cultura do jeitinho brasileiro, da malandragem como parte da nossa maneira de ser, quase que uma exaltação dessa habilidade da nossa gente de encontrar formas “criativas” para resolver problemas. Na verdade, aceitar essas pequenas corrupções legitima as grandes. Ao lermos o texto de hoje, percebemos que a corrupção já estava presente e dominando a sociedade inteira daquele tempo. A corrupção como a conhecemos e tratamos hoje não deixa de ser uma forma de violência. Mas, o que também nos chama a atenção neste texto é que, em meio à iniquidade e maldade generalizadas daqueles dias (v 5), Deus achou em Noé um homem que ainda procurava viver de forma reta e justa. Por ser justo e temer a Deus e por resistir à opinião e conduta condenáveis do público, Noé achou favor aos olhos de Deus. Sua retidão era fruto da graça de Deus em sua vida, por meio da sua fé e do seu andar com Deus. Por isso ele também está incluído entre os exemplos de fé em Hb 11.7. Que Noé seja nosso exemplo inspirador. Como ele, sejamos honestos, justos e irrepreensíveis em toda nossa maneira de viver. – KCB
Fé e integridade precisam andar juntas. Uma sem a outra é falsa ou frustrante.








