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18 de janeiro

Título – Frutos da confiança

Texto – Jeremias 17.5-10.   O poder de Deus nos tem dado tudo o que precisamos para viver uma vida que agrada a ele, por meio do conhecimento que temos daquele que nos chamou para tomar parte na sua própria glória e bondade (2Pe 1.3, ntlh).

A paz e a alegria da nossa vida estão totalmente ligadas à confiança que temos em Deus. Esta, por sua vez, acontece a partir do conhecimento que temos dele, que é dado pelo próprio Deus por meio de sua Palavra e das experiências que vivenciamos. Quando Deus vem até nós com sua graça, sua presença nos enche de alegria. Quando estamos diante dele, vemos seu poder, cuidado e amor por nós. A confiança nasce naturalmente e produz muitos frutos: 

Segurança – Quem confia no Senhor está seguro. Não tem o que temer, e isto por um simples motivo: não existe nada nem ninguém que possa prevalecer sobre o poder de Deus. Esta segurança plena é nosso consolo quando recebemos más notícias. 

Felicidade – O filho de Deus possui uma alegria que independe das circunstâncias. A felicidade está longe de muitos porque a procuram em lugares errados, e esta busca só aumenta a sua tristeza. Incomparável é a alegria de servir a Deus e estar em sua presença. 

Bênçãos – Quem vive com Deus recebe dele muitas dádivas (veja o versículo em destaque) e tem uma vida frutífera. Como diz o texto de hoje, é como uma árvore que possui raízes profundas, sempre tem folhas verdes, dá frutos mesmo no calor ou na ausência de chuvas. É uma vida abençoada que abençoa outras pessoas, pois o amor a Deus se manifesta em seu amor ao próximo. 

Quanto mais nos aproximamos de Deus, maior será nossa confiança nele. A que distância estamos dele? O maior inimigo da confiança em Deus é a confiança em si mesmo (veja o v 9). Que nossa maior riqueza sejam a presença do Senhor, nossa fé e também a vida eterna, a paz e a alegria proporcionadas por vivermos com ele. – HSG

Que nossa confiança em Deus seja como a árvore que suporta as tempestades e mesmo assim frutifica!

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17 de janeiro

Título – Corrupção

Texto – Gênesis 6.1-8.   A Noé, porém, o Senhor mostrou benevolência (Gn 6.8).

Um dia desses, conversando com colegas de trabalho sobre assuntos do dia a dia, um deles destacou como o Brasil está envolvido em corrupção. De imediato, o debate foi para a corrupção política e financeira praticada por pessoas que estão nas várias esferas de poder e influência do nosso país. O interessante é que sempre nos vêm à mente somente essas pessoas, comentou um colega. Já outro disse: “Que nada! Neste país existe todo tipo de corrupção e muitos estão envolvidos nela. Por exemplo, quando se fura a fila, falsifica carteirinha de estudante, furta TV a cabo, tenta subornar o guarda para evitar a multa, não se declara o imposto de renda, etc. também se está praticando corrupção”. Realmente, parece que muitos não veem essas atitudes como atos de corrupção. Fica mais por conta da cultura do jeitinho brasileiro, da malandragem como parte da nossa maneira de ser, quase que uma exaltação dessa habilidade da nossa gente de encontrar formas “criativas” para resolver problemas. Na verdade, aceitar essas pequenas corrupções legitima as grandes. Ao lermos o texto de hoje, percebemos que a corrupção já estava presente e dominando a sociedade inteira daquele tempo. A corrupção como a conhecemos e tratamos hoje não deixa de ser uma forma de violência. Mas, o que também nos chama a atenção neste texto é que, em meio à iniquidade e maldade generalizadas daqueles dias (v 5), Deus achou em Noé um homem que ainda procurava viver de forma reta e justa. Por ser justo e temer a Deus e por resistir à opinião e conduta condenáveis do público, Noé achou favor aos olhos de Deus. Sua retidão era fruto da graça de Deus em sua vida, por meio da sua fé e do seu andar com Deus. Por isso ele também está incluído entre os exemplos de fé em Hb 11.7. Que Noé seja nosso exemplo inspirador. Como ele, sejamos honestos, justos e irrepreensíveis em toda nossa maneira de viver. – KCB

Fé e integridade precisam andar juntas. Uma sem a outra é falsa ou frustrante.

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16 de janeiro

Título – Fome

Texto – Gênesis 26.1-25.     Isaque formou lavoura naquela terra e no mesmo ano colheu a cem por um, porque o Senhor o abençoou (Gn 26.12).

“Houve fome naquela terra” é como começa o texto da leitura bíblica. A história transcorre em um momento quando o povo de Deus passou fome, mas depois experimentou fartura. Contudo, a bênção de Deus esteve presente o tempo todo. Fica muito claro também o quanto era importante abrir poços para fornecer água ao povo e deixar marcos importantes.

Se este texto estivesse em um jornal com a data de hoje, não iríamos estranhar. Afinal, também existe fome e sede em muitos lugares, como também fartura e riqueza em outros.

Provavelmente não encontraríamos por aí ninguém que afirmasse querer passar fome ou que gostasse de passar necessidade. Mas encontraríamos muita gente interessada em fartura, em abundância.

O versículo 12 relata a bela colheita de Isaque, mas explica que é fruto da bênção de Deus sobre ele e sua descendência.

Humanamente queremos a fartura, porém quando a conseguimos, corremos o risco de não reconhecer que foi Deus quem a proporcionou. Exaltamos nossa pessoa, nossos métodos, nossa capacidade, e deixamos de dar glória a Deus. Também quando não conseguimos fartura, mas passamos fome, corremos o risco de culpar a Deus por nossa situação, que fomos esquecidos e que estamos fora da “bênção”.

Precisamos lembrar que Deus pode permitir fome, fartura, seca e chuva. Deus é o dono da natureza e dos seres vivos. Deus permite o que quer com propósitos específicos na vida das pessoas. Talvez na fartura não busquemos a Deus; então, vindo a fome, nos humilhemos e vamos perceber que bênção mesmo não é ter ou não comida, mas que a alma esteja farta de paz e comunhão com Deus em qualquer situação. – ACS

Que aprendamos a buscar a Deus quando faltar comida e a louvá-lo quando tivermos abundância dela!

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15 de janeiro

Título – Expectativa

Texto – João 6.14-15.     Perguntaram [a Jesus]: Senhor, é neste tempo que vais restaurar o reino a Israel? (At 1.6)

Quando Jesus se tornou humano, havia uma grande expectativa quanto à vinda do Messias. Sob o domínio romano, o povo aguardava aquele que faria Israel ser novamente uma nação independente e forte. Lembravam-se das conquistas territoriais de Davi, da riqueza e sabedoria de Salomão reconhecidas pelo mundo… e queriam aquela glória novamente. 

No texto de hoje, Jesus fez um grande milagre e já queriam proclamá-lo rei. Cristo, porém, recusou: não, não era essa sua missão. Ele demonstrou a que viera aos discípulos de João Batista (Mt 11.1-6): estava restaurando as pessoas, física e espiritualmente! Seu reino não era desse mundo, como mais tarde disse a Pilatos (Jo 18.33-37) quando este perguntou se ele era o rei dos judeus. Herodes também não tinha gostado desse título atribuído a Jesus e tentou eliminar o “concorrente” ainda criança (Mt 2). Mesmo após a morte e ressurreição de Jesus, muitos ainda esperavam que ele agisse conforme suas expectativas (veja o versículo em destaque). Eles não tinham entendido nada! Como é complicado aceitar algo que não cabe naquilo que já definimos como certo! Todos que esperavam um messias político estavam completamente enganados!

E quantos hoje têm expectativas erradas sobre Jesus? Veem-no como um “solucionador de problemas”, que tem de curá-los e livrá-los dos perigos e sofrimentos deste mundo… Se não for assim, Jesus não é aceito (como também não foi no primeiro século). Apenas poucos creem no Messias e o amam como ele é, sem “algo a mais”. Ele veio nos libertar sim, mas da escravidão a tudo que desagrada a Deus! Pensando nisso, quais são suas expectativas quanto a Jesus? Você tem exigido dele o que ele não prometeu? Busque conhecê-lo melhor, por meio da Bíblia e de experiências com ele. Assim, você poderá adorá-lo com sinceridade, sem esperar nada em troca! – VWR

Quem ganhou a paz de Deus por meio de Jesus não precisa de mais nada.

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13 de janeiro

Título – Brecha

Texto – 1 Pedro 5.5-11.      Vigiem e orem para que não caiam em tentação. O Espírito está pronto, mas a carne é fraca (Mt 26.41).

Era noite, chovia e estávamos com o carro cheio. A estrada era de terra, mas empedrada. Estávamos seguros dentro do carro. Chegaríamos limpos e secos apesar do barro e da chuva – pelo menos era o que pensávamos. Eu dirigia, mas não havia percebido que estava com o vidro da janela abaixado, até que um carro passou no sentido contrário. Nosso carro ficou coberto de barro, e logo alguém do banco traseiro reclamou, dizendo ter levado um banho de barro. Foi uma situação muito engraçada, pois o rosto da pessoa estava todo sujo de barro. Quem de nós poderia imaginar algo assim? Ser atingido pelo barro dentro do carro? Isso ocorreu porque havíamos deixado uma brecha: uma janela aberta, quando deveria estar fechada.

No dia a dia temos de estar alertas e cuidando para não dar espaço ao inimigo, que é Satanás. Ele é tão astuto que qualquer situação em que não deixamos Deus tomar conta e que não submetemos à sua vontade já é suficiente para que ele entre em nossa vida e cause estrago. Damos brecha a ele quando não queremos dar a Deus o controle de todas as áreas da vida, quando não nos sujeitamos uns aos outros, quando minhas coisas são muito mais importantes do que alguém da minha família, quando não consigo perdoar. Damos brecha ao inimigo quando não deixamos nossa ansiedade e preocupação nas mãos de Deus e não confiamos em seu cuidado. O inimigo espera qualquer descuido nosso, qualquer janelinha aberta para tentar acabar conosco. Não brinque com o pecado tentando negociar aquilo que sabe que desagrada a Deus. Satanás não brinca, ele planeja um ataque certeiro para nos derrubar. Mesmo quando tudo parece seguro e tranquilo, é bom continuar vigiando para não correr o risco de pegar no sono. Se vigiarmos e orarmos, o próprio Deus nos ajudará a vencer essa luta com as armas que vêm dele. – IG

Não dê brecha ao inimigo: dê toda a sua vida a Jesus.

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12 de janeiro

Título – Firmes

Texto – Judas 1-4.     Ele os manterá firmes até o fim, de modo que vocês serão irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo (1Co 1.8).

Creio que o desejo de toda pessoa que crê em Jesus Cristo é permanecer firme nele até o fim da sua vida. Contudo, uma vez que somos pecadores, ou seja, temos uma natureza que se opõe a Deus, isso parece bem difícil no mundo em que vivemos. Para dificultar ainda mais, surgem a cada dia novas pessoas usando a Bíblia para ensinar doutrinas inventadas. Assistindo a alguns programas televisivos, surpreendo-me com o que se é capaz de falar pretensamente em nome de Deus. São palavras envolvidas numa capa bíblica, mas que não condizem com o que Deus determinou. Muitas vezes a Bíblia é usada para ensinar pensamentos e vontades próprias, e não a Palavra de Deus. É uma realidade que confunde muita gente.

O texto que você acabou de ler fala de indivíduos que se infiltraram entre os cristãos, cujo objetivo não era fortalecer a fé. Judas deixa bem evidente que estes transformaram a graça de Deus em libertinagem, uma fé sem compromisso em que cada um faz o que acha certo. Assim, muitas pessoas se diziam cristãs mas não viviam segundo a vontade de Deus. Sabemos pela Bíblia que não existe vida cristã sem obediência. “Se vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos” (Jo 14.15), disse Jesus. É evidente que por nós mesmos não conseguimos viver integralmente de acordo com o que Deus requer. É só olhar para os mandamentos e veremos o quanto somos incapazes e falhos. Todavia, nossa incapacidade não nos deve levar ao desleixo, mas atrair-nos ainda mais para Deus, pois dependemos totalmente da sua graça e misericórdia. E assim como você lê no versículo em destaque, Deus mesmo zelará para que permaneçamos firmes em Jesus Cristo até o fim. Entretanto, Deus também não nos obrigará a ficar com ele se nós não quisermos. Se, porém, desejarmos viver com ele, Deus mesmo cuidará de nós para que não nos desviemos da sua vontade. – MP

Deus não o manterá firme no seu caminho se você não quiser, mas o fará com alegria se você o desejar.

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11 de janeiro

Título – Vide bula

Texto – Hebreus 4.12-13.       Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade (Jo 17.17).

As bulas de medicamentos trazem informações importantes para que o paciente receba um tratamento eficaz. Ignorar suas instruções trará consequências graves. Itens como posologia, efeitos colaterais, reações adversas, composição, validade, contraindicações, interrupção de tratamento, etc. são decisivos para o sucesso do tratamento.

A Bíblia, a Palavra de Deus para os homens, apresenta o medicamento correto e eficaz para a saúde espiritual. Seu conteúdo é como o de uma bula que temos de observar para levar uma vida espiritualmente sadia. Assim, sua composição é de ensinamentos para nossa vida diária e nossos relacionamentos com o próximo e com Deus. Sua ação é combater a doença chamada pecado e reconciliar o homem com o Criador. Não há prazo de validade para ela. Seu fabricante, Jesus, assegura que passarão os céus e a terra, mas suas palavras jamais passarão.

É perigoso interromper o tratamento: deixar de ler a Bíblia pode expor o paciente a anemia espiritual, abrindo acesso a agentes maléficos como ódio, mentira, apostasia, vício, rancor, incredulidade, preguiça, idolatria, avareza, etc. Não há reações adversas ou efeitos colaterais, só benefícios em todos os sentidos. Também não há contraindicação para a Bíblia. Qualquer pessoa, de qualquer idade, cor, raça, religião, sexo, nível social, etc. pode usá-la. É importante alertar contra interações medicamentosas: não misture a Bíblia com produtos alternativos. As prateleiras do mundo estão repletas de artigos que também pretendem proporcionar uma vida espiritual saudável, por vezes com aspecto e gosto bem agradáveis, mas só a Palavra de Deus erradica eficazmente o pecado. Quanto à posologia, a Bíblia deve ser usada diariamente, sem limite, em horários e doses que assegurem ao paciente o melhor proveito possível.

Importante: não existem genéricos para a Bíblia. Ela é original e insubstituível. Recuse imitações! – MNL

A Palavra de Deus é o medicamento eficaz contra as doenças da alma.

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10 de janeiro

Título – Grande evento

Texto – Lucas 2.21-33.       Ele será grande e será chamado o Filho do Altíssimo. O Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi (Lc 1.32).

Antes do Natal, durante a grande recessão, um circo anunciou sua ida a uma cidade do interior. Um menino queria ir e pediu ao pai. Este respondeu que não podia comprar o ingresso, mas se o rapazinho trabalhasse pelo dinheiro, poderia ir. Depois de algum tempo, o menino conseguiu reunir o valor e comprou o ingresso. O circo chegou e fez um desfile pelas ruas. O menino ficou muito empolgado e divertiu-se muito. A certa altura, um dos palhaços, vendo a alegria do garoto, chegou perto e fez algumas brincadeiras com ele. Feliz, o menino lhe entregou o bilhete. O palhaço não entendeu, mas continuou rua acima. Em casa, o menino contou ao pai com entusiasmo sobre o palhaço, ao qual entregara o bilhete. O pai, com dor no coração, explicou-lhe com carinho que ele só havia visto o desfile, mas perdera a chance de assistir ao espetáculo em si.

No texto acima, Lucas, após acurada investigação, conta a Teófilo o que ocorria naqueles dias, incluindo uma descrição do grande evento. Mais tarde, Jesus foi levado ao templo. Lá estava Simeão, que recebera uma revelação do Espírito Santo de que não morreria antes de ver o Cristo do Senhor. Ele ficou maravilhado ao ver o bebê, e então o ergueu e louvou ao Senhor pela chegada da salvação à terra. O idoso ainda abençoou o menino e deu graças porque sabia que este grande evento marcava o início de uma nova era para a humanidade.

Há mais de dois mil anos, a maior parte dos seres humanos se contenta em assistir ao desfile, contemplando Jesus menino na manjedoura. Enchem os olhos com o que veem, mas não se envolvem com a pessoa. A maioria acha que assiste ao espetáculo, mas não percebe que este é apenas o início do verdadeiro evento, a vida e morte de Jesus na cruz, preço pago para que todos os que nele creem possam participar com ele na glória! – JDC

Não se contente com a abertura: participe do evento inteiro!

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9 de janeiro

Título – És tu?

Título – Mateus 3.1-6 e 13-17.     João, ao ouvir na prisão o que Cristo estava fazendo, enviou seus discípulos para lhe perguntarem: “És tu aquele que haveria de vir ou devemos esperar algum outro?” (Mt 11.2-3)

Nos últimos meses tenho vivido momentos especiais com Deus, agarrando-me às palavras antigas e voltando à minha fé simples. Foi essa palavra acerca de João Batista que marcou minha volta. Assim como ele, eu apenas precisava saber que Cristo havia de fato chegado. Fico imaginando como João se encontrava quando recebeu essa revelação. Provavelmente sentia-se sozinho, sem saída, sem recursos, sem família.

E a única coisa que ele ouve como resposta é sobre as obras que Jesus realizava naquele momento. Como se dissesse: “Ei, amigo veja o que estou fazendo!” Por quê? Porque as obras sempre apontam para a pessoa.

Talvez para muitas pessoas a vida de João e o modo como ela estava terminando não parecia muito coerente. Como filho de pai sacerdote, possuía a melhor educação, uma casa confortável, poderia exercer influência não só religiosa como política, poderia ter as roupas mais bonitas e a melhor comida. E, ao ir para o deserto, parecia estar abrindo mão disso tudo. Mas na verdade estava cumprindo a sua missão, exercendo o legado que recebera. Como um bom sacerdote, ele apresentaria diante de todos o Cordeiro Santo.

O fato de nos encontrarmos em desertos em alguns momentos da nossa vida não quer dizer que algo de muito errado esteja acontecendo. Passar por eles faz parte de quem somos e para que fomos chamados.

Apenas fico pensando o que levou João a esquecer-se da declaração que fez no deserto sobre o Messias, a ponto de ter de mandar seus discípulos confirmar se era mesmo Jesus o Cristo que haveria de vir. Talvez, como ele, precisemos lembrar-nos das palavras antigas a ponto de torná-las verdades inegociáveis. – AB

Se você duvida da sua fé, isso pode ser sinal de que alguma verdade caiu no esquecimento.

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8 de janeiro

Título – Veracidade

Texto – Romanos 12.9-21.                                          Nossa boca encheu-se de riso, e a nossa língua de cantos de alegria. Até nas outras nações se dizia: “O Senhor fez coisas grandiosas por este povo” (Sl 126.2).

Alegrem-se com os que se alegram e chorem com os que choram…

Chorar com os que choram geralmente é fácil. Pelo momento, pela emoção e comoção, como, por exemplo, em um velório, onde estão todos em dor pela perda de um ente querido. Ali muitos choram e lamentam, e a situação acaba contagiando a todos. Mesmo que em graus diferentes, todos se compadecem da tristeza alheia.

Alegrar-se com os que se alegram é que se torna um pouco mais difícil. O ser humano muitas vezes se pergunta: por que ele e não eu? E eu? Por exemplo: na conquista de um carro novo ou de uma casa própria, alguns amigos até demonstram algum sorriso, porém nem sempre com sinceridade de coração. Numa empresa, então, a situação torna-se ainda pior: alegrar-se com um colega de trabalho de temperamento difícil que recebeu uma promoção? Como?

Situações como estas são bem complicadas para lidar e, acima de tudo, para se ter um sentimento sincero em relação a elas. Mas quem tem um coração moldado por Deus, regenerado por Jesus Cristo, pensa diferente. Alegra-se de coração com as bênçãos do próximo – sente-se verdadeiramente feliz e grato pela conquista do outro. Coração amável, sincero e verdadeiro só é possível para quem tem Deus no controle total de sua vida.

Deus vê o coração e sabe o que pensamos. Ele é onipotente, onisciente e onipresente; logo, não adianta fingir os sentimentos perante ele. Deus fez, faz e fará grandes coisas a todos nós. Ele sabe o momento certo e nos prepara para receber cada uma delas, sejam boas ou ruins. Deus é bom e podemos confiar que ele fará o melhor em nossa vida.

Todos que entregaram o coração a Jesus Cristo pensam de modo verdadeiramente diferente. – LG

Domine o amor de Cristo em nosso coração e não sejamos fingidos.