Arquivo do mês: março 2017

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📖 Palavra de Sabedoria

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Reflexão 📖

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7 de março

Título – Propósitos

Texto – Esdras 7.1-10

Esdras tinha decidido dedicar-se a estudar a Lei do Senhor e a praticá-la, e a ensinar os seus decretos e mandamentos aos israelitas (Ed 7.10).

Esdras buscou aprender mais sobre a Palavra de Deus não apenas para conhecimento próprio ou para satisfazer o seu ego com a necessidade de saber mais que os outros, mas para obedecer a ela. Porém, não ficou só nisso, ou seja, em guardá-la em sua mente para não pecar contra Deus (Sl 119.11); ele a compartilhou, ensinando-a ao seu povo. 

Deus o recompensou, permitindo que chegasse a Jerusalém para cumprir o seu objetivo pessoal, a sua boa e agradável vontade diante do Senhor: servir ao Deus único, verdadeiro e eterno. Não desejava fazer isso para receber o favor divino nem apenas para dar conta dos afazeres determinados pelo rei Artaxerxes, mas no seu íntimo queria obedecer a Deus e agradar-lhe. Sua vida fez diferença em meio aos seus contemporâneos e hoje podemos ter este personagem bíblico como exemplo de dedicação no estudo da Bíblia. 

Muito tempo depois, Jesus disse que seus discípulos deveriam ter como prioridade seu relacionamento com o Senhor (buscar o reino de Deus e a sua justiça) e confiar que ele suprirá suas necessidades (Mt 6.33). Uma atitude semelhante à de Esdras. Isto nos leva a crer, cada vez com mais convicção e fé, que o serviço a Deus abrange uma dimensão muito maior, não se restringindo apenas ao domingo. A vida cristã deve absorver-nos na sua verdadeira inteireza vinte e quatro horas por dia. A melhor tradução para a expressão “Ide, fazei discípulos…” (Mt 28.19a ara) é “indo”, isto é, enquanto trabalhamos, estudamos, praticamos um esporte ou realizamos qualquer outra atividade devemos ensinar a Bíblia (e para isso é preciso dedicar-se a conhecê-la, como fez Esdras) e contar o que Deus fez e tem feito em nossa vida para que mais pessoas possam conhecê-lo e dedicar tudo a ele. Façamos tudo “como para o Senhor, e não para os homens” (Cl 3.23b). – ETA

Sem serviço a Deus, a fé é apenas teoria, mas ativismo sem fé é desperdício!

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6 de março

Título – Escolhas

Texto – Romanos 2.1-11

Não se deixem vencer pelo mal, mas vençam o mal com o bem (Rm 12.21).

Hmmm… que texto duro de ler, esse de Romanos, seja para começar o dia ou para terminar a noite! Não gostamos muito de pensar em consequências, julgamento, reprovação e angústia. Preferimos pensar que no final tudo dá sempre certo! E dá mesmo – dependendo das nossas escolhas! O foco do texto bíblico de hoje é a imensa bondade de Deus, que quer nos guardar seguros junto de si, em contraposição à arrogância humana, que se acha superior aos outros, inclusive a Deus, e julga a todos sem perceber seu próprio erro. Conhece gente assim? Vive criticando o comportamento dos outros, mas nem se dá conta de que faz igual – se não pior! O ser humano que julga quer se igualar a Deus – cujo juízo se manifesta com os filtros da sua bondade, da tolerância e da paciência (v 4), tudo por meio da sua misericórdia e graça em Cristo, que nos leva ao arrependimento. 

Já reparou no seu próprio comportamento? Se você é arrogante, presunçoso, se pensa ser melhor que os demais (mesmo membros de igrejas às vezes ficam julgando o comportamento dos outros), acha que Deus vê espiritualidade nisso? O texto de Romanos diz que não! Porém diz que aquele que persiste em fazer o bem, cujo olhar para com o próximo é de amor, cujo coração deseja sinceramente agradar a Deus, este será acolhido na vida eterna. Mas para aquele que pratica o mal, que prejudica seu próximo e é injusto, sobrarão tribulação e angústia. 

Deus não é corruptível. Não dá pra fazer barganha com ele. Ele é imparcial. Seu amor é absoluto, mas ele sabe discernir o coração humano, e nos retribui de maneira coerente e justa. Deus nos deu a vida como uma oportunidade de nos relacionarmos com ele e fazermos o bem ao próximo. E quando fazemos o bem ao nosso semelhante, ajudamos a tornar o mundo um lugar melhor e glorificamos a Deus. Andar com Deus, escolher fazer o bem, diariamente, e rejeitar o mal: essa é uma escolha inteligente! – WMJ

Que escolhas inteligentes você pode fazer hoje?

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4 de março

Título – Esternocleidomastóideo

Texto – Mateus 18.21-22

Confessem os seus pecados uns aos outros (Tg 5.16).

Leu o título? Tente em voz alta! Conseguiu?! Agora tente estas aqui – em voz alta: otorrinolaringólogo, institucionalização, desoxirribonucleico. Quer saber o significado? Veja no Google ou no dicionário! Há palavras difíceis de pronunciar. Só de pensar em ter de dizer, a gente já desiste. Recebi “As cinco palavras mais difíceis de falar” pelo “Whatsapp”. Mas falta uma, a mais difícil de todas. Tá preparado? É a palavra “perdão”!

Jesus disse que deveríamos perdoar indefinidamente quem pecasse contra nós – ou você tem uma tabela para cada pessoa e vai ticando até chegar em 490? Mas mais difícil que perdoar alguém é admitir o próprio erro, a culpa, o engano, a pisada na bola, a decepção causada, a injustiça, a mágoa, a dor, a maldade, a falta de sinceridade, a mentira, o roubo, a desconfiança, a dúvida, a traição, a bobagem, o pecado que nós cometemos contra alguém. Mais difícil é reconhecer que somos iguais aos que julgamos e condenamos por seus erros. É difícil reconhecer que o outro tem razão. Complicado demais admitir a falta de argumentos, de justiça e de verdade em nós. O pedido de perdão sincero é fruto do arrependimento e não do remorso. É resultado do reconhecimento do erro e não da tentativa mascarar um problema. O verdadeiro pedido de perdão é um ato sublime e penoso. Requer coragem, humildade, contrição. Pode trazer consequências difíceis. Mas é libertador! Quem pede perdão assume o erro e tem a oportunidade de prosseguir. 

Talvez você precise admitir seus erros e pedir perdão a alguém. Então, fale – bem alto. Procure quem precisa ouvir o reconhecimento do seu erro e diga em alto e bom som essa palavra tão curta, mas tão custosa de sair da nossa boca como resultado de algo que já pulsa em nosso coração: perdão! – WMJ

Mais palavras difíceis, mas valiosas: perdoar incondicionalmente; arrepender-se espontaneamente.

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3 de março

Título – Trifena e Trifosa

Texto – 1 Coríntios 15.54-58

Saúdem Trifena e Trifosa, mulheres que trabalham arduamente no Senhor (Rm 16.12).

A biografia dessas duas mulheres é muito resumida, mas procurarei ver “além da letra” o que pode ser deduzido. Moravam em Roma, eram conhecidas de Paulo. Seriam gêmeas? Não sabemos sua idade nem o que fizeram ou como morreram. É isso que geralmente as biografias contam, mas aqui consta, além dos nomes, que trabalhavam arduamente no Senhor. Tanto que seus nomes foram registrados na Bíblia. Deus as honrou tornando-as conhecidas de todas as gerações.

Agora meditemos um pouco no que provavelmente fizeram, para, se possível, imitá-las. Paulo escreveu certa vez aos coríntios: “Tornem-se meus imitadores como eu o sou de Cristo” (1Co 11.1). Imitar alguém que possui virtudes certamente vale a pena.

No tempo de Paulo e dessas mulheres, a vida em Roma era muito dura para os cristãos. Mais tarde, foram até acusados pelo imperador de terem posto fogo à cidade. Creio que viviam na clandestinidade como acontece ainda hoje aos cristãos na China, na Coreia do Norte e em alguns países muçulmanos. Um trabalho que certamente faziam era suprir as necessidades básicas dos irmãos da igreja e de outros pobres, pois a prática do amor é esperada dos cristãos. Lembremos ainda que naquele tempo as mulheres em geral não eram respeitadas ou consideradas. Com isso o trabalho delas tornou-se árduo. É interessante notar que em Roma diversas mulheres mereceram destaque, entre elas Priscila, que pôs em risco sua vida, e Febe, que tinha sido de grande auxílio para muita gente, incluindo Paulo. Havia uma Maria em Roma. Havia Junia, parente de Paulo, Pérside, a mãe de Rufo, Júlia e a irmã de Nereu. As dificuldades que elas enfrentavam existem também hoje e no nosso país, até vindas de falsos cristãos que tentavam e tentam introduzir-se no grupo e precisam ser reconhecidos. Vamos aprender com elas? – WK

Quero ser reconhecido como um servo de Deus e trabalhar arduamente se for necessário.

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1 de março

Título – Festa perdida

Texto – Lucas 14.15-24

Eu lhes digo: Nenhum daqueles que foram convidados provará do meu banquete (Lc 14.24).

As pessoas julgam a vida cristã como uma coisa chata. E nós, que tivemos a vida restaurada por Cristo, somos até certo ponto culpados. 

Os convidados daquele banquete rejeitaram a gentileza e honra que lhes foi oferecida, pois julgavam que tinham dignidade maior que o convite: eram pretensiosos. No capítulo seguinte ao lido hoje, Jesus conta a história de um pai e seus dois filhos (confira). Todos os convidados partilhavam da opinião do filho mais velho daquela história. Os convidados perderam a festa por terem algo para fazer que julgavam mais importante. Os ouvintes de Jesus alimentavam o orgulho de serem pessoas que, no reino celestial, eram as mais próximas de Deus: usavam o termo “seio de Abraão”, como lugar que pertencia somente a eles.

O anfitrião que promovia o banquete foi bem criativo. Muitos julgam que Deus terá um céu vazio, pois poucos são os que estão aceitando o chamado que ele lhes faz. O anfitrião bem sabia que havia centenas de candidatos que de bom grado aceitariam o convite para sua festa. Esses são os que têm consciência da sua indignidade. São os bem-aventurados que em Mateus 5 são denominados pobres de espírito. Ao nosso redor há milhões que estão tão ocupados que não lhes resta tempo para pensar e se ocupar dos valores espirituais. O objetivo do promotor da festa era que sua casa ficasse cheia por ocasião do banquete. Esse é o objetivo de Deus. Ele não quer o céu vazio. Ele sabe que muitos, conscientes da sua indignidade, aproveitarão a graça que lhes é oferecida. É bom lembrar que o melhor da festa ainda está por vir. Eles desfrutarão por toda a eternidade de comida, roupa nova e comunhão com o Pai. Que loucura perder essa festa! Resultará em remorso e choro eterno. – MJT

Deus deixou tudo preparado para a grande festa. Vai perdê-la?